segunda-feira, 23 de março de 2015

CIBERCULTURA

Imagine um tempo em que todos a sua volta estão emergidos em uma realidade paralela e ao mesmo tempo convergente com o que alguns chamam de mundo real. Imagine que esta realidade não é tão paralela assim mais integrativa, interativa, absorta por uma geração que não enxerga além das possibilidades simbióticas entre o instante presente, palpável, e o instante virtual, mas não menos real. Imagine então que tudo isso está acontecendo neste exato momento enquanto você ler esse texto e responde a um bip no seu celular que indica a chegada de uma mensagem em sua rede social. Agora imagine que todos esses fenômenos estão sendo aplicados na relação social em todos os seus níveis, principalmente na Educação. Na ideia de André Lemos, essa interação espontânea de crescimento exponencial que usa as tecnologias como meio de interação é a Cibercultura. Mas a questão é: usamos esta tecnologia sabiamente, evitando que nos tornemos dependentes dela? Realmente fazemos bom uso dela a fim de que ela nos sirva e não o contrário? Eis a questão! Segundo Mário Sérgio Cortella, ¨A mente pedagógica moderna, que não recusa tecnologia, mas que ela também não é absolutamente imprescindível para que a gente produza a convivência, a capacidade, os processo vitais. Seria tolo não usar a tecnologia a nossa disposição para fazermos melhor o que fazemos, mas cautela para não colocar a temática da digitalização como sendo a única alternativa que nos ofereça sucesso...¨
http://aosugo.com/tag/tecnociencia/

Um comentário:

  1. Olá!
    Seu post está muito legal! Concordo com você, devemos sim aproveitar toda essa mídia cibernética que temos à nossa frente e assim ampliarmos nossa concepção de cultura, de leitura e de escrita. afinal, segundo Pierre Lévy a Cibercultura é "a ideia de Inteligência coletiva, onde inteligências individuais são compartilhadas". Um abraço!

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